Um encontro de memórias e vida
6 minutos Quanto tempo é tempo demais para não ver alguém que marcou sua infância/adolescência? Sessenta anos sem ver o meu amigo Mario Cocito, o Lalo. Sessenta anos é quase uma vida inteira. É crescer, é trabalhar, é envelhecer, é se tornar quem você é hoje. E mesmo assim, quando você ouve a voz dele ao telefone depois de seis décadas, parece que o tempo não passou. Vinte dias depois daquele telefonema que reabriu uma porta que estava trancada há 60 anos, eu estava Continue lendo→