O teste que meu pai só me contou anos depois
5 minutos Eu tinha 28 anos e ganhava abaixo do mercado na fábrica de chapéus do meu pai. Sabia disso porque meu tio Alberto Rubic, que eu respeitava profundamente pela experiência de vida e era casado com tia Leonora, irmã mais velha da minha mãe, me disse: “você precisa pedir um aumento; está ganhando menos do que vale!” Fui ao meu pai, cheio de coragem e disse que sabia quanto o mercado pagava e que a concorrência, no caso a Prada, pagaria mais. Foi Continue lendo→