Ideias que passam pela minha cabeça e eu presto atenção

Tempo de leitura: 4 minutos

Sabem qual é a primeira coisa que passa pela minha cabeça quando o dia vai chegando ao fim?

DESCANSAR!

Eu sou muito ativo, não sinto vontade de pausar a vida, então esse descanso a que me refiro, é chegar em casa e terminar o dia no melhor estilo happy hour descompromissado.

Pode ser na sala de visitas, no meu escritório ou no terraço (normalmente meu refúgio dominical) e aproveito esse momento para ler um jornal, uma revista, ou tomar um drinque com algum amigo ou familiar que esteja por perto.

Mas… Como sou inquieto, nem sempre esse ritual é igual… tem dias (e são muitos!) que gosto de chegar em casa e ficar olhando para o nada, sem TV ou smartphone por perto. Contemplar o que estiver à minha volta sem ter que pensar especificamente em nada, nem meditar. Simplesmente deixar o tempo escorrer e trazer o pensamento que quiser, de forma consciente.

É um momento só meu!

Tem pessoas que gostam de fazer esse ritual quando acordam, para organizar os pensamentos, mas aí é que está, quando eu chego em casa eu não quero organizar pensamento, isso eu faço pela manhã assim que acordo; dou minhas espreguiçadinhas sagradas, leio os jornais, assisto os noticiários na TV, enfim, me conecto com o mundo e com as redes sociais.

Esse encontro comigo mesmo ao final do dia é para me desligar do mundo e deixar o Dante Ramenzoni interior sinalizar o que está com vontade de fazer “de verdade” para terminar mais um dia bem e de bem com a vida.

Na sequência, normalmente a tarefa é prazerosa porque vou descobrir o que a Cidinha programou para o jantar e isso é sempre um momento muito esperado e… desfrutado, sem medo de ser feliz. (Claro que respeitando as minhas limitações gastronômicas!)

Aproveitamos esse momento, pré e pós jantar, para colocar a conversa em dia e isso é algo que me faz muito bem: trocar ideias com a minha esposa. Alinhar os pensamentos, os projetos e os sonhos que queremos realizar.

Só que não para por aí, não! O meu pós-trabalho é longo, eu não durmo cedo, o que eu acho ótimo porque quando vou para o meu quarto, faço outra coisa que me ajuda a organizar e concatenar os meus pensamentos: leio bons livros, minha forma predileta de abrir os horizontes e abrir caminho para um sono reparador.

Já quando o dia começa…

Aí a coisa muda de figura e eu me preparo para desempenhar bem a minha função de “responder adequadamente ao que as pessoas querem de mim.”

Para que isso aconteça, eu procuro analisar o que falo e sempre me perguntar “será que respondi certo?”

Nas vezes em que tenho a percepção de que não dei a resposta mais condizente com a questão feita, eu procuro a pessoa envolvida e indago: “o que você entendeu sobre o que eu falei?”

Sabe por que faço isso?

Para evitar equívocos na comunicação.

Quando percebo que não fui claro o suficiente, explico de outra forma, com outro tom. Costumo fazer isso nas relações profissionais e da mesma forma nas relações pessoais, com amigos, filhos, netos e com a minha companheira. E faço porque eu acho atencioso retomar alguns temas com as pessoas para ver se a comunicação não teve ruídos ou se precisa ser expressada de outra forma.

O que mais eu penso?

Penso nas questões familiares (quem não pensa?), na política (como não pensar?), nas próximas viagens, nos novos projetos, no passado, no presente e no futuro. Mas, penso principalmente que para poder continuar ajudando as pessoas e respondendo suas perguntas, eu preciso estar bem comigo mesmo em todos os setores da minha vida e responder as minhas próprias perguntas.

E para ser bem sincero com vocês, eu não abro mão de me cuidar, de buscar me sentir bem, por isso presto muita atenção no que passa pela minha cabeça e procuro alinhar esses pensamentos de forma a poder continuar vivendo bem e compartilhando o que aprendi como uma maneira de ajudar quem esteja disposto a me ouvir ou ler.

As boas ideias

Aparecem sem hora marcada. Não requerem grandes pensamentos ou meditações, mas precisam de um bloquinho de papel ou celular por perto para anotarmos os insights e depois podermos expandir o tema, especialmente no âmbito dos negócios.

Por exemplo, nos últimos tempos eu andei pensando com frequência em investir na energia solar, estruturar uma fazenda com a finalidade de comercializar esse tipo de energia, mas depois que mergulhei no tema e nos números, vi que ainda não era o momento mais adequado e que deveria investir mais na minha empresa, que tem uma boa longevidade pela frente e vou falar melhor sobre isso em uma outra oportunidade.

E quando bate a saudade?

 Lembrar dos pai, avós, tios e amigos que já se foram é muito gostoso!

Já ficar lembrando do que não valeu a pena… não recomendo!

 

 

 

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